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Exclusão do Simples Nacional: Saiba como funciona e causas!

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado que beneficia microempresas e empresas de pequeno porte. No entanto, quando a empresa não cumpre os requisitos exigidos, ela pode ser excluída do Simples Nacional, o que gera várias implicações. Neste artigo, vamos explicar o que é a exclusão, como ela funciona, o que acontece se a empresa for excluída, quais são os limites de faturamento, as atividades vedadas e o que ocorre em caso de inadimplência. Além disso, abordaremos o prazo de exclusão em 2024, para que você compreenda melhor as regras atuais.

O que é a Exclusão do Simples Nacional?

A exclusão do Simples Nacional acontece quando a empresa deixa de atender aos critérios que permitem sua permanência no regime simplificado. Esse regime facilita a vida tributária de microempresas e empresas de pequeno porte, oferecendo uma tributação mais simplificada e com alíquotas menores. Entretanto, para continuar no Simples Nacional, a empresa precisa seguir algumas exigências, como limite de faturamento anual, regularidade fiscal e a natureza das atividades exercidas. Se a empresa não atender a essas condições, ela precisa migrar para um regime tributário mais complexo, como o Lucro Presumido ou o Lucro Real.

Como Funciona a Exclusão do Simples Nacional?

A exclusão do Simples Nacional pode ocorrer de três formas diferentes:

  1. Exclusão Voluntária
    Quando a própria empresa decide deixar o regime, geralmente, porque o regime não é mais vantajoso, isso pode ocorrer por diferentes motivos. Por exemplo, a empresa pode ter atingido um nível de faturamento mais alto ou, alternativamente, ela pode preferir adotar outro regime tributário que atenda melhor às suas necessidades. Assim, a decisão de migração se torna uma escolha estratégica para se adequar melhor à nova realidade da empresa.
  2. Exclusão Automática
    Nesse caso, a exclusão acontece automaticamente quando a empresa ultrapassa o limite de faturamento anual permitido pelo regime ou deixa de cumprir outras condições exigidas pela Receita Federal.
  3. Exclusão de Ofício
    Quando a Receita Federal identifica irregularidades, como, por exemplo, dívidas tributárias ou o descumprimento de requisitos legais, consequentemente, a empresa é excluída do Simples Nacional sem que a própria empresa precise solicitar a exclusão. Portanto, a exclusão ocorre de forma automática, como uma medida para corrigir essas irregularidades.

O que acontece quando a empresa é excluída?

Quando a empresa for excluída do Simples Nacional, ela deixará de ser tributada de forma simplificada e terá que migrar para um regime mais complexo, como o Lucro Presumido ou o Lucro Real. Isso pode aumentar a carga tributária e os custos administrativos, pois esses regimes exigem um controle mais detalhado das receitas e despesas. Além disso, a exclusão pode afetar a competitividade da empresa, especialmente se ela depende das vantagens oferecidas pelo Simples Nacional. Empresas no Simples pagam tributos de forma unificada e com alíquotas mais baixas, o que facilita seu planejamento tributário.

O que Acontece se a Empresa Ultrapassar o Limite de Faturamento?

O Simples Nacional estabelece limites de faturamento anual para microempresas e empresas de pequeno porte. Em 2024, os limites de faturamento são os seguintes:

  • Microempresas (ME): até R$ 360 mil por ano.
  • Empresas de Pequeno Porte (EPP): de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões por ano.

Se a empresa ultrapassar esses limites, ela deve comunicar a Receita Federal para solicitar a exclusão do regime. A exclusão será automática quando a empresa atingir o limite de faturamento, sem necessidade de solicitação. Depois disso, a empresa precisará migrar para outro regime tributário.

Quais São as Atividades Vedadas no Simples Nacional?

Algumas atividades não podem ser exercidas por empresas que optam pelo Simples Nacional. Portanto, se a empresa desempenhar atividades vedadas, ela será automaticamente excluída do regime. Entre as atividades vedadas, estão:

  • Instituições financeiras (bancos, corretoras, seguradoras, etc.)
  • Empresas que atuam na comercialização de armas e munições
  • Fabricação de cigarros, bebidas alcoólicas e produtos derivados do tabaco
  • Exploração de jogos de azar e bingo
  • Atividades relacionadas a loterias e jogos de apostas

Essas atividades exigem um regime tributário diferente, com maior controle e fiscalização.

O que Acontece em Caso de Inadimplência?

Se a empresa não pagar seus impostos ou deixar de regularizar suas pendências fiscais, ela pode ser excluída do Simples Nacional. Por exemplo, a inadimplência pode ocorrer quando a empresa não paga tributos federais, estaduais ou municipais, ou ainda, quando a empresa tem dívidas com o INSS. Se a Receita Federal identificar a inadimplência, a empresa pode ser excluída do regime automaticamente. Além disso, a empresa precisará regularizar suas pendências fiscais e migrar para um regime mais complexo.

Prazo para Exclusão em 2024

Em 2024, a exclusão do Simples Nacional pode ocorrer a qualquer momento, mas deve seguir alguns prazos estipulados pela Receita Federal:

  • Exclusão por ultrapassagem do limite de faturamento: A exclusão será realizada automaticamente quando o limite de faturamento for excedido, com efeitos retroativos ao mês em que o limite foi ultrapassado.
  • Exclusão por inadimplência ou irregularidades: Quando a Receita Federal identificar dívidas ou irregularidades, a exclusão pode ocorrer de forma imediata. A empresa tem até 30 dias para regularizar sua situação antes que a exclusão seja efetivada.
  • Exclusão voluntária: A empresa pode solicitar a exclusão a qualquer momento, mas precisa formalizar a decisão e seguir o processo de migração para outro regime tributário.

Conclusão

A exclusão do Simples Nacional pode ser uma consequência negativa para empresas que não cumprem os requisitos exigidos, mas, ao mesmo tempo, pode ser uma oportunidade para reavaliar o regime tributário mais adequado à sua realidade. Por isso, é fundamental estar atento ao faturamento, às atividades realizadas e à regularidade fiscal. Caso contrário, a empresa pode enfrentar surpresas que comprometem sua conformidade com a legislação. Portanto, realizar esse acompanhamento contínuo é essencial para garantir que sua empresa permaneça em conformidade e evite custos adicionais com a migração para outro regime tributário.

Fique atento às regras e prazos de exclusão em 2024, pois isso pode impactar diretamente o seu planejamento financeiro e tributário. Se a sua empresa estiver em risco de exclusão, é importante consultar um contador para entender as melhores opções e evitar problemas futuros.

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Posso Excluir Despesas e Custos do Processo Produtivo na Base de Cálculo do Simples Nacional?

Neste blog você irá descobrir se e Quando uma empresa optante pelo Simples Nacional faz o cálculo de seus impostos, muitos empresários se perguntam se é possível excluir despesas e custos relacionados ao processo produtivo ou à prestação de serviços. Afinal, esses gastos podem ser significativos e impactar diretamente o lucro da empresa. No entanto, a legislação do Simples Nacional segue uma lógica simplificada e bastante rígida.

O que é a base de cálculo do Simples Nacional?

A base de cálculo do Simples Nacional é o faturamento bruto da empresa. Mas o que isso significa? Significa que a empresa deve considerar todas as receitas obtidas em um determinado período para calcular os tributos, independentemente dos custos e despesas com a prestação do serviço ou a produção do bem. Em outras palavras, o Simples Nacional calcula os impostos com base no faturamento, e não no lucro.

Posso excluir despesas da base de cálculo?

Então, por que não posso deduzir despesas? A resposta é simples: a base de cálculo do Simples Nacional é o faturamento, e o faturamento representa a totalidade das receitas da empresa. A empresa não pode excluir despesas com insumos, mão de obra, aluguel e outros custos necessários para seu funcionamento do cálculo dos tributos. Portanto, o que a empresa fatura será usado para calcular o imposto, sem deduções.

Exceções ou regimes especiais

Mas existem algumas exceções. Empresas que atuam em determinados setores, como o comércio, podem ter uma redução da base de cálculo em casos específicos, principalmente quando há substituição tributária ou cobrança antecipada de ICMS. No entanto, essas exceções são bastante específicas e aplicáveis a certos segmentos. No geral, para a maioria das atividades, não é possível excluir despesas.

Implicações práticas

Por que isso é importante? Porque é crucial entender que, ao optar pelo Simples Nacional, a empresa está escolhendo um regime tributário simplificado, o que implica abrir mão de certas deduções e facilidades que estão presentes em regimes mais complexos, como o Lucro Presumido ou o Lucro Real. Portanto, é necessário estar atento ao planejamento financeiro e aos custos operacionais para que o impacto tributário não comprometa a saúde financeira do negócio.

Planejamento tributário

E qual é a solução? O ideal é realizar um planejamento tributário adequado. Isso envolve analisar se o Simples Nacional realmente é o regime mais vantajoso para sua empresa ou se outra forma de tributação seria mais apropriada. Mesmo que o Simples pareça mais fácil, para algumas empresas, o Lucro Real, por exemplo, pode permitir a dedução de custos e, eventualmente, resultar em uma carga tributária menor.

Conclusão

Para empresas optantes pelo Simples Nacional, não é possível excluir despesas e custos da base de cálculo do imposto. A base de cálculo continua sendo o faturamento total da empresa, e os impostos são calculados com base nesse valor. Então, o melhor caminho para quem deseja otimizar seus custos é investir em um bom planejamento tributário e financeiro, sempre com o auxílio de um contador especializado.

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Mantendo Obrigações Fiscais e Evitar Problemas com o Fisco

Manter uma gestão financeira eficiente é um dos maiores desafios de qualquer empresa, mas, com uma boa previsão de caixa, você pode evitar uma série de problemas, especialmente os de natureza fiscal. E por que isso é tão importante? A previsão de caixa é o processo que analisa todas as entradas e saídas financeiras de uma empresa, permitindo que você planeje melhor seus gastos e investimentos. Então, como isso pode proteger sua empresa de questões fiscais? Vamos entender!

1. Organizar como Obrigações Fiscais

O primeiro passo é manter um controle rigoroso das obrigações fiscais de sua empresa. E por que isso é tão importante? Porque estar atento a todos os prazos de pagamentos de tributos como Imposto de Renda , PIS , Cofins e outros garante que sua empresa não se perca em meio a multas e juros desnecessários.

2. Conte com o Apoio de um Contador

A melhor forma de evitar problemas é contar com o apoio de um contador. E você pode se perguntar: “Mas preciso mesmo de um contador para isso?” A resposta é sim! Um contador qualificado pode acompanhar todos os prazos, revisar pagamentos e garantir que você não cometa erros que possam resultar em complicações fiscais.

3. Acompanhe os Prazos de Pagamento

Muitas vezes, as empresas deixam de pagar tributos por falta de organização. Então, que tal estabelecer um calendário fiscal para manter todos os prazos em dia? Com isso, você evita esquecimentos e garante que o pagamento de impostos será realizado de forma eficiente e no prazo correto.

4. Revisar Seus Pagamentos com Frequência

Outro ponto essencial é verificar constantemente todos os tributos pagos. Mas por que isso é importante? Revisar os pagamentos garante que você não pague a mais ou a menos impostos, evitando erros que possam levar a autuações da Receita Federal. Além disso, com essa prática, sua empresa estará sempre preparada para possíveis fiscalizações.

5. Benefícios de Manter as Obrigações Fiscais em Dia

Manter suas obrigações fiscais organizadas não só evita multas e juros, mas também contribui para a boa coordenação de sua empresa perante o mercado. Empresas que estão em dia com o Fisco têm maior facilidade em conseguir crédito e novos negócios.

Conclusão

Manter a saúde financeira da sua empresa depende, e muito, da organização das obrigações fiscais. Então, não deixe para a última hora! Com o apoio de um contador, um calendário fiscal bem estruturado e uma revisão frequente dos pagamentos, você evitará surpresas promocionais e garantirá o bom funcionamento de sua empresa.

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Mesário Tem Direito a Folga por Trabalhar nas Eleições?

Neste blog, você encontrará um artigo completo sobre os direitos e benefícios dos mesários que trabalham nas eleições!

Trabalhar como mês nas eleições é um ato de cidadania e traz alguns direitos e benefícios. Mas, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre os direitos trabalhistas, como o direito à folga, ao participar desse serviço essencial. Então, vamos entender como funciona!

Mesário Tem Direito a Folga?

Sim, o mês tem direito a folga. Para cada dia de trabalho nas eleições, uma pessoa tem direito a dois dias de folga no trabalho. E essa folga é garantida pela Lei Eleitoral (Lei nº 9.504/97, artigo 98), sendo concedida sem nenhum prejuízo de salário ou qualquer outro benefício. Além disso, essa folga também vale para os dias de treinamento, caso haja participação. Ou seja, se você trabalhar no domingo da eleição e participar de dois dias de treinamento, terá direito a seis dias de folga no total.

Como Solicitar a Folga?

Para solicitar uma folga, o mesário deve pedir um comprovante à Justiça Eleitoral, que será emitido ao fim do trabalho nas eleições. Depois, esse documento precisa ser entregue ao empregador para que as folgas sejam agendadas. A empresa não pode recusar o pedido, então o mês está protegido pela legislação.

Outros benefícios para o Mesário

Além das folgas, o mês também tem outros benefícios, como:

  • Descontos em concursos públicos : Algumas instituições de concursos públicos oferecem vantagens a quem já foi mesário.
  • Certificado de participação : O mesário recebe um certificado que pode ser usado como horas complementares em cursos de graduação, dependendo da universidade.

Mesário é Voluntário ou Obrigatório?

O mesário é voluntário, mas, em alguns casos, as pessoas são convocadas pela Justiça Eleitoral. Caso seja convocado e não possa comparecer, é necessário prever dentro do prazo determinado para evitar multas. Mas, muitas vezes, participar voluntariamente é um ato recompensador, porque você contribui diretamente para o processo democrático do país.

Conclusão

Ser mesário é uma função fundamental para garantir que as eleições ocorram de forma correta e segura. E, como visto, quem assume essa responsabilidade tem direitos garantidos por lei, como folgas no trabalho e outros benefícios. Então, se você for convidado ou decidir ser um voluntário, saiba que, além de cumprir um papel importante, também terá garantias trabalhistas.

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